Choveu e ventou muito forte em Rio Grande no final da noite de ontem e inicio da madrugada desta terça-feira (11/12). Segundo a Defesa Civil do município, aconteceram muitos problemas com árvores e postes quebrados além de alguns destelhamentos e ruas alagadas, porém, não se tem notícia de nenhuma ocorrência de maior gravidade. Os telefones da Defesa Civil podem ser acionados a qualquer momento caso seja necessário. Os números são estes: 199, 3233 8460, 3233 8403, 9945 6774 e 9945 4887.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
CESTO BÁSICO SOBE EM RIO GRANDE 0,23% EM NOVEMBRO.
A pesquisa realizada pela equipe de bolsistas da FURG constatou que o Cesto Básico em novembro registrou um aumento de 0,23% em Rio Grande e 1,13% em São José do Norte comparado com o mês anterior. Especificamente no balneário Cassino, houve uma diminuição no custo do cesto básico, em 1,08%.
De acordo com o Centro Integrado de Pesquisas (CIP), que é vinculado ao Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Iceac), o custo do cesto básico para Rio Grande foi de R$ 496,11. No mês anterior, o valor havia sido de R$ 494,98.
Os produtos que mais contribuíram para elevação do custo do cesto foram o tomate, o presunto magro fatiado, o sal e a laranja. O tomate e a laranja pertencentem ao grupo in natura. Porém, não ocorreram somente aumentos de preço na cidade. A batata inglesa, o vinagre de álcool e o desinfetante tiveram uma redução no preço.
No município de São José do Norte ocorreu aumento no preço do cesto básico em novembro na comparação com o mês anterior, passando de 493,16.R$ para 498,73. Os produtos que influenciaram positivamente foram o pão francês (17,65%), tomate (16,30%), repolho (11,76%) e o queijo lanche/mussarela fatiado (11,25%). Alguns produtos obtiveram queda no preço, podendo ser citados a cebola, o mamão, a alface e a bata inglesa, com queda de 26,32%, 21,50%, 17,86% e 14,29%, respectivamente.
O cesto básico para o balneário, que entra em temporada de veraneio neste mês, foi de R$ 518,05, sendo constatada uma diminuição de 1,11% comparando ao mês anterior, quando seu valor foi de R$ 523,73. Os produtos que influenciaram esse resultado foram o sabão em barra, a carne de frango e o vinagre de álcool, com queda no preço de 38,45%, 17,41%, 15,75%, respectivamente. A contribuição que a carne bovina teve para a diminuição no preço que foi de 0,61%.
Alguns produtos tiveram aumento no preço. Entre os principais podem ser os citados o repolho (48,31%), presunto magro fatiado (38,76%), laranja (32,72%) e o tomate (30,28%).
Site: www.furg.br
E-mail: imprensa@furg.br ou imprensa.furg@gmail.com
TRANSATLÂNTICO ATRACA NO PORTO DO RG.
Atracou no Porto do Rio Grande neste domingo pela manhã (09/12), o transatlântico Seven Seas Mariner. A bordo da embarcação 695 passageiros e mais 456 tripulantes.
O navio, vindo de Punta Del Este
(Uruguai), fez em Rio Grande a sua primeira parada no Brasil. À noite, por
volta de 20 horas zarpou com destino a Porto Belo em Santa Catarina, depois
Santos (SP), Ilha Grande e Búzios (RJ).
Saida do transatlântico pelo
canal da Barra foi mais uma vez uma grande atração turística para os
veranistas que aproveitavam o domingo
nos Molhes da Barra.
CRESCIMEN TO E FALTA DE RESPEITO COM O CONSUMIDOR.
Impressionante!!! 50 minutos na fila do BIG em pleno domingo quase 22 horas. Foi o tempo que eu e minha esposa ficamos
numa fila do caixa deste supermercado no último domingo. Acho isso uma tremenda falta de respeito e consideração para com o consumidor. Rio Grande está crescendo, a cidade está se desenvolvendo e a população aumentando consideravelmente. Tudo isso é muito visível, inclusive o aumento do movimento nos supermercados da cidade, representando automaticamente um aumento de vendas e é claro de lucros. No entanto, até o momento não se observa nenhum tipo de melhoramento no atendimento que essas casas comerciais oferecem à nossa população. Continuam com o mesmo número de caixas, e na maioria das vezes também sem empacotador. Será que estes estabelecimentos só pensam na arrecadação e na lucratividade sem se importar com a qualidade do atendimento ao seu público? Cadê o Sindicato da Categoria? Quem é que fiscaliza esse tipo de situação? Acho engraçado que a maioria das pessoas agüenta calada e conformada como se o negócio fosse normal. Enquanto isso não agüentam 15 minutos numa fila de banco, onde aguardam com ar condicionado e boas acomodações para esperar sentados pelo atendimento, sem falar que ainda podem recorrer ao agendamento e alternativas como lotéricos, conveniados e salas de auto-atendimento. No supermercado não é oferecido nenhum conforto e nenhuma alternativa ou escapatória ao aborrecimento e a perda de tempo. Na minha opinião, se tem Leia para fiscalizar fila de banco, deveriam haver leis que fiscalizassem também as filas dos supermercados e todas as outras desagradáveis, arcaicas e anacrônicas filas do pais das filas. Aliás, em Rio Grande, atualmente é fila para todo lado. Além das filas dos supermercados, tem fila ainda nas farmácias, nas padarias, nos lotéricos, nas lojas, nas paradas de ônibos, nas lancherias, nos restaurantes, na Rodoviária, na Hidroviária, na Balsa, nos sistema de saúde (um caos). Dizem que já tem fila até para comprar a “pedrinha”. Do jeito que as coisas vão qualquer diavai ter fila até para entrar na água na Praia do Cassino. Não vou nem falar do transito para não me estender muito. Parece que os investimentos no Polo Naval (muito bem vindos), por enquanto só trouxeram desconforto e altos custos sociais para a comunidade como um todo. Pouca gente está ganhando muito e muita gente está pagando muito mais por tudo isso. . A situação está realmente complicada. Algo precisa ser feito urgentemente. Quem sabe um Forum, um grande Seminário para discutir alternativas que possam tornar a vida do cidadão menos complicada e mais agradável. É sabido que não houve tempo para que a cidade se preparasse para absorver todos os investimentos que aqui aportaram e continuam chegando. No entanto não podemos ficar parados assistindo passivamente a evolução da coisa. A sociedade precisa se organizar no sentido de buscar com a máxima rapidez alternativas e recursos que viabilizem a vida na cidade.
numa fila do caixa deste supermercado no último domingo. Acho isso uma tremenda falta de respeito e consideração para com o consumidor. Rio Grande está crescendo, a cidade está se desenvolvendo e a população aumentando consideravelmente. Tudo isso é muito visível, inclusive o aumento do movimento nos supermercados da cidade, representando automaticamente um aumento de vendas e é claro de lucros. No entanto, até o momento não se observa nenhum tipo de melhoramento no atendimento que essas casas comerciais oferecem à nossa população. Continuam com o mesmo número de caixas, e na maioria das vezes também sem empacotador. Será que estes estabelecimentos só pensam na arrecadação e na lucratividade sem se importar com a qualidade do atendimento ao seu público? Cadê o Sindicato da Categoria? Quem é que fiscaliza esse tipo de situação? Acho engraçado que a maioria das pessoas agüenta calada e conformada como se o negócio fosse normal. Enquanto isso não agüentam 15 minutos numa fila de banco, onde aguardam com ar condicionado e boas acomodações para esperar sentados pelo atendimento, sem falar que ainda podem recorrer ao agendamento e alternativas como lotéricos, conveniados e salas de auto-atendimento. No supermercado não é oferecido nenhum conforto e nenhuma alternativa ou escapatória ao aborrecimento e a perda de tempo. Na minha opinião, se tem Leia para fiscalizar fila de banco, deveriam haver leis que fiscalizassem também as filas dos supermercados e todas as outras desagradáveis, arcaicas e anacrônicas filas do pais das filas. Aliás, em Rio Grande, atualmente é fila para todo lado. Além das filas dos supermercados, tem fila ainda nas farmácias, nas padarias, nos lotéricos, nas lojas, nas paradas de ônibos, nas lancherias, nos restaurantes, na Rodoviária, na Hidroviária, na Balsa, nos sistema de saúde (um caos). Dizem que já tem fila até para comprar a “pedrinha”. Do jeito que as coisas vão qualquer diavai ter fila até para entrar na água na Praia do Cassino. Não vou nem falar do transito para não me estender muito. Parece que os investimentos no Polo Naval (muito bem vindos), por enquanto só trouxeram desconforto e altos custos sociais para a comunidade como um todo. Pouca gente está ganhando muito e muita gente está pagando muito mais por tudo isso. . A situação está realmente complicada. Algo precisa ser feito urgentemente. Quem sabe um Forum, um grande Seminário para discutir alternativas que possam tornar a vida do cidadão menos complicada e mais agradável. É sabido que não houve tempo para que a cidade se preparasse para absorver todos os investimentos que aqui aportaram e continuam chegando. No entanto não podemos ficar parados assistindo passivamente a evolução da coisa. A sociedade precisa se organizar no sentido de buscar com a máxima rapidez alternativas e recursos que viabilizem a vida na cidade.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
RIO GRANDE TEM O SEGUNDO MAIOR PREÇO MÉDIO DA GASOLINA NO RS.
No
período de 25 de novembro a 1º de dezembro, Rio Grande apresentou o
segundo maior preço médio ao consumidor da gasolina (R$ 2,94)
juntamente com outras três cidades dentre as 43 pesquisadas no Rio
Grande do Sul: Alegrete, Santa Vitória do Palmar e São Gabriel.
Além disso, a margem média de revenda em Rio Grande, comparada com
o mês de outubro, reduziu de 19% para 18%, sendo a segunda maior do
Estado.
De
acordo com o Centro Integrado de Pesquisas - CIP/FURG, a cidade de
Canoas apresentou o menor preço médio ao consumidor (R$ 2,68). De
uma forma geral, os preços médios da gasolina no Estado oscilam
entre R$ 2,95 - Bagé, Caçapava do Sul e Santana do Livramento e R$
2,68 - Canoas. A margem de revenda oscila entre 19% - Pelotas e 13% -
Canoas, Gravataí, Porto Alegre e São Leopoldo.
Outro
ponto importante analisado pela equipe do CIP, vinculado ao Instituto
de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Iceac), é o
nível de concorrência entre os postos. Quanto mais próximo de zero
for o Índice Concorrencial de Preços – ICP – mais alinhados
estarão os preços praticados entre os concorrentes, ou seja, essa
situação representa um consumidor que não percebe diferença entre
os preços praticados entre os postos.
O
ICP de Rio Grande melhorou, quando comparado com o mês de outubro,
passando de 0,85% para 0,88%, o que, entretanto, ainda caracteriza um
forte alinhamento de preços. A cidade de Caçapava do Sul
apresentou, neste mês, o pior índice de concorrência (0,14%).
A informação foi liberada pela Assessoria de Comunicação Social da Furg, nesta quarta-feira.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
CAI POR TERRA TESE DO FIM DO MUNDO
Faltando 17 dias para o fim do mundo cientistas
descobrem calendário Maia mais antigo, que derruba a tese de que o mundo vai
acabar dia 21 de dezembro. No texto encontrado pelos arqueólogos a contagem de
tempo dos Maias, vai muito além do 21/12. Acho que este calendário joga um balde de
água fria nas teorias apocalípticas que proliferam por ai. Com essa até os
Cavaleiros do Apocalipse vão cair do cavalo.
Para o Instituto Nacional de
Antropologia e História, nessa data os Maias esperavam apenas o regresso do
Deus Bolon Yokte. Para o pesquisador Rodrigo Liendo, os Maias nunca disseram
que haveria uma tragédia ou o fim do mundo em 2012.
Por sua vez, a NASA, Agência
Espacial americana, respondendo a uma enxurrada de cartas de pessoas muito
preocupadas com o assunto, resolveu publicar um desmentido na Internet.
A NASA enfatiza que não há
evidências de nenhum alinhamento de planetas do sistema solar como afirmam
algumas teorias. Mesmo que isso viesse a acontecer os efeitos sobre a Terra
seriam irrelevantes. Esclarece ainda de
que não há indícios de que uma tempestade solar possa ocorrer no final deste
ano, e que não há nenhum planeta em rota de colisão com a Terra. Qualquer corpo
celeste que fosse colidir com o nosso Planeta em 2012 já estaria visível para
os astrônomos há pelos menos uma década e já seria possível vê-lo a olho nu.
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